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Meta demite cerca de 8 mil funcionários para priorizar investimentos em IA.

A partir desta quarta-feira, 20 de maio de 2026, cortes profundos começam na Meta – responsável por plataformas como Facebook, Instagram, WhatsApp e Threads.

Cerca de 8 mil pessoas deixarão seus cargos ao longo dos próximos dias. O número representa algo em torno de 10% do efetivo atual da organização. Embora não seja a primeira vez que ajustes assim ocorrem, o tamanho dessa redução chama atenção imediata. Movimentos semelhantes já haviam sido vistos antes, mas raramente com essa extensão. A decisão impacta áreas distintas dentro da estrutura corporativa. Enquanto alguns departamentos encolhem mais, outros registram mudanças menores. Tudo indica que o foco está em reequilibrar operações diante de novas prioridades. Apesar das variações locais, o cerne da mudança é sentido globalmente. Funcionários relatam incertezas crescentes conforme os anúncios avançam. Nenhuma unidade escapará completamente das consequências desse processo.

Já no início da madrugada, as mensagens de demissão foram distribuídas – primeiramente às equipes asiáticas, a partir das 4h em Singapura; depois, alcançaram os colaboradores norte-americanos. Nas últimas semanas, o ambiente vinha se estreitando, apesar do aviso prévio dado pela companhia sobre os ajustes estruturais.

A Meta encerrava 2025 com 78.865 funcionários. Quase uma em cada dez pessoas na equipe mundial sairá da empresa. Os cortes atingem o total de 8 mil postos eliminados. Informações oficiais sobre efeitos nas equipes do Brasil ainda não foram divulgadas.

Na segunda-feira (18), antes mesmo dos cortes, a empresa comunicou o redirecionamento de aproximadamente 7 mil colaboradores a iniciativas ligadas à inteligência artificial. Fontes internas indicam que essa transição ocorreu sem margem para recusa. Motivo principal: A Corrida Pela IA

Janelle Gale, líder do setor de Pessoas, detalhou em documento interno que a redução de custos busca equilibrar gastos altos com tecnologia autônoma. Embora o foco seja ajuste operacional, a medida surge diante da pressão por resultados claros nesse novo ciclo. A iniciativa não envolve apenas economia imediata, mas também repensar como as equipes se organizam frente às mudanças recentes. Cada área passa por revisão criteriosa, ainda que nem todos os impactos estejam visíveis agora. Decisões assim exigem tempo para mostrar seus reais efeitos sobre colaboradores e rotinas diárias.

Em 2026, a Meta deve destinar de US$ 115 bilhões a US$ 135 bilhões – o equivalente a cerca de R$ 570 a R$ 670 bilhões – quase todo voltado para estruturas de inteligência artificial: processadores, centros de dados e sistemas avançados de cálculo. Pouco tempo atrás, firmou parceria com a AMD visando adquirir milhões de unidades de chips, num compromisso financeiro que não fica abaixo de US$ 60 bilhões, ou aproximadamente R$ 297 bilhões. Agora foi a vez da Meta ajustar sua estrutura com foco em ser guiada pela IA. Embora reduza cargos administrativos e intermediários, ela transfere esforços e pessoas para impulsionar projetos de inteligência artificial.

Alguns colaboradores começam a ser avisados por meio de mensagens diretas. Até o momento, a empresa mantém silêncio quanto aos valores oferecidos nas rescisões.

Em breve haverá novidades – os limites precisos de cada corte, por região ou setor, seguem indefinidos. Caso interesse, atualizaremos com novos dados à medida que forem liberados.

O tamanho das principais empresas de tecnologia muda conforme a IA avança. Enquanto isso, seu foco também se ajusta ao novo cenário. Mudanças profundas surgem sem avisar, impulsionadas por inovações constantes. O ambiente corporativo não para de evoluir desde que essas ferramentas ganharam força. Grandes nomes do setor agora priorizam áreas antes negligenciadas. Tudo indica que essa transformação ainda está apenas começando.

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